| FUGARES, PEGARES, LARGARES & GOLISSÔ_MATIS_SECARES !!!
Cá estou, vindo de Antanho,
Lhes escrevendo e lembrando do Res-(Banho),
Em que a água de bica para se ganhar,
Tinha muito que se acipepar...
Já fui engajado, largado, cortado e afogado,
Há muito que fui capado e queimado,
Faz mais de Cristos que não me ardem os me(purisc)ur(n)iscos sejam a alhos OU
vistos...
Já na Aurora me passaram o sabão,
Quando fui amigo do Macarra de Antão,
Ah amigo como lembro do tal Vertigo,
Que misturava orelhas com Figos...
Já há muito que tenho abastança,
E decerto não me faltam os de cobrança,
Mas se devia me desdobrar em pedanças,
Hoje me prezo em EM(p{r}eder)ÚÚÚLAR
De Sacromarrança...
Ah, a memória que "F{L}azeia",
De Fugares e Lu(t)ares presenteia,
Como isolar e primar por Bosquimanar,
Com tantos "amii" de grandes colaborar...
Caramba & Arriba das Cabeceiras,
Não nego o prego aos das esteiras,
Tento não me valer de menei(A)s,
Nem perder as Ribanceiras...
Os cumpadres de Blamisser,
Da Belle são grandes de cozer,
Me animo com cada colher,
E ancinhas de Múúúiééé...
Aleluia grande irmão,
Que pesares de pouco então,
Me passou este sermão,
De Calamares e seu Tonhão !!!
Vamos vivendo e rebinbolando,
Com a virada de jej(u)olando,
Os carrilmões vão se spinngrolando,
E as vossorocas agitando...
Vou vivendo e reinventando,
Sendo até chamado de Gullicroissanto,
O que fiz pra tal mister,
Se simplesmente conheci a trineta da Ester,
Me moííííí de tanto moer,
Encasquei até ver o sol verder,
Num intendi o que estava pra acontecer,
Até há 730 anos nascer...
Vi muita gente combater,
Por mais um pouco de poder debater,
Conversei e entabulei,
Conversa de gente de puder,
Quando saquei a jogada de Haurir,
Entendi de imediato o porvir,
Logo amiii de Nolleprir,
Não mistura as bodas com as pregas,
Que os olhos de se abrir,
Fazem verter as "NecruebranessGOLLEMoooaaaassss"
Maurício José
Torino Ribeiro |